Sunday, July 12, 2009

Obama's happy working song.



Minha filha me fez assistir ao filme “Encantada” da Disney cinco vezes. Só hoje! Posso dizer que sou quase um especialista no filme. Tem uma cena do filme que é uma das melhores coisas que a Disney já produziu nas últimas décadas. É a cena da canção “Happy Working Song”. A cena está repleta de referências à outras obras da Disney mas tem um detalhe a mais. Em vez dos costumeiros animais “fofos” há ratos, baratas, pombos e outros insetos ajudando a princesa. Afinal, ela está em Nova York e dificilmente haveria os costumeiros bichos da Disney para dar uma forcinha.
Como meu novo hobby é descobrir formas de ridicularizar Obama, pensei que havia ali uma boa paródia. Pense bem. As princesas Disney sempre puderam contar com os animais “fofinhos”: coelhos, passarinhos, corujas, esquilos, cervos etc. Basta a canção da princesa e os animais estão de prontidão. Com Obama a coisa é mais ou menos igual. Só que em vez de animais “fofos”, ele pode contar com Chávez, Castro, Ahmadinejad, Kim Jong Il, Hu Jintao, Putin e outros animais esquisitos.
Na cena tal cena, a princesa ao ver - e estranhar - os animais que vieram atendê-la dispara: “É sempre bom fazer novos amigos”. E começa então a arrumação/canção do apartamento com aquela bicharada asquerosa.
Obama tenta fazer o mesmo com o mundo. “É sempre bom fazer novos amigos”, diz ele para os ratos e baratas, supondo que no final tudo ficará arrumadinho como na “Happy Working Song”. Da mesma forma que torci pela princesa no filme, torço por Obama. Ainda assim, no filme, ratos, pombos e baratas continuam os mesmos apesar da princesa. Não creio que será diferente com Obama. Pior ainda: Acho pouco provável que ele sequer consiga arrumar o apê com essa bicharada aí.

Saturday, July 11, 2009

Diná e seus irmãos.

Sempre achei que Diná era a principal culpada pelo massacre da família de Siquém (Quem não conhece a história deve ler Gênesis 34). Agora mudei de idéia. Ainda acho que Diná deu bobeira, conforme mostra o texto bíblico. Mas a leitura que Thomas Mann faz do texto em "José e seus irmãos – vol 1" aprofunda algumas questões e torna o evento registrado na Bíblia muito mais significativo.

Um leitor atento – coisa que eu infelizmente ainda não sou – teria notado que os versículos 25 a 29 indicam que os filhos de Jacó estavam atrás de algo mais que mera vingança:
25. No terceiro dia, estando todos ainda doentes, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Dina, tomaram cada um sua espada, penetraram na cidade, que de nada desconfiava, e mataram todos os varões. 26. Passaram ao fio de espada também Hemor e Siquém, seu filho; tiraram Dina da casa de Siquém e foram-se. 27. Os filhos de Jacó caíram impetuosamente sobre os mortos e assolaram a cidade, porque haviam ultrajado sua irmã. 28. Tomaram suas ovelhas, seus bois, seus jumentos e tudo o que havia na cidade como nos campos. 29. E levaram como espólio todos os seus bens, seus filhos, suas mulheres e tudo o que se encontrava em suas casas.

É claro que desde a primeira vez que li o texto percebi que houve o que mais tarde seria conhecido como 'reação desproporcional' da parte dos filhos de Jacó. Afinal, não se destrói toda uma comunidade por tão pouco. O fato que o texto de Gênesis deixa implícito – e Mann revela – é que os filhos de Jacó, Simeão e Levi, estavam de olho nos bens da comunidade de Siquém (observação: existe o jovem Siquém e a cidade homônima. Não vá se enrolar ao ler o texto).
Outra coisa que Mann observa é o fato de Jacó não participar da negociação de casamento de Diná. Realmente é de estranhar o fato de Simeão e Levi negociarem com Hemor (pai de Siquém) e Siquém as condições do casamento de Diná. Ora, o pai é quem deve fazer isso, não os filhos. O que teria motivado Jacó a deixar essa negociação nas mãos dos dois filhos que se revelariam verdadeiros bárbaros? O texto bíblico não esclarece. A explicação de Mann é simples e lógica (mas não dá pra ser conclusivo, claro): Jacó era um sujeito avesso a conflitos. Basta ver o modo como ele é descrito no Gênesis: homem que morava em tendas (Gênesis 25:27). Nesse versículo ele é contrastado com Esaú: homem do campo que gostava de caça. A trajetória de Jacó não deixa dúvida, ele evitava situações conflituosas mesmo que isso envolvesse prejuízo pessoal. Exemplo: Ele fez tudo o que o sogro quis para não se estressar. Deu boa parte dos seus bens para o irmão Esaú por puro medo e agora, nessa situação estranhíssima, deixava a negociação do casamento de Diná nas mãos de Simeão e Levi.

Pobre Diná! Seus irmãos, longe de pensarem no bem dela, estavam de olho nos bens daquela comunidade pagã e ingênua.

1) Recomendo o livro do Thomas Mann.
2) A Bíblia não “floreia” tanto quanto seus críticos afirmam a personalidade de seus heróis.
3) Dê um tempo com a Internet e vá ler a Bíblia.

Friday, July 10, 2009

The empire strikes back.

A imprensa babona já começou o serviço de limpar a barra do BabãObama, como se vê na reportagem abaixo! A imagem é clara! Obama dá uma conferida no ziriguidun da moça. É breve, claro, aquela olhada básica. Sarkozy é quem realmente faz o check-up geral. Mas Obama dá o olhadão. Não adianta negar, seu Bill Clinton II.

Ritual de purificação.


Depois de um olhar cheio de pensamentos adúlteros, nada como um papinho com o Papa.

Ela é carioca! Ela é carioca!

Basta o jeitinho dela andar...

Chamem o ECA!

É o que dá ser amigo dos Clintons!


Thursday, July 09, 2009

Obama

Eu não vejo a menor diferença daqui onde estou entre Obama e Bush. Quer dizer, não vejo no sentido de não perceber nenhum resultado prático, nenhuma mudança significativa de ter um negro elegante e metido a besta na Casa Branca. Pode ser que os americanos sintam isso. Afinal, ele governa – ou deveria governar – para eles. Logo, a máxima de Rick para Ugarte (Existe algum ator com mais cara de camundongo do que o falecido Peter Lorre? Steve Buscemi talvez?) devia valer para todo carioca letrado em relação a Obama: “Se eu pensasse em você, provavelmente eu te desprezaria”.
Infelizmente não vale. A imprensa e os letrados a minha volta insistem em me lembrar do “cara”. Conclusão: Não há como desprezá-lo.
O problema de Obama, em minha modestíssima opinião, não é o fato de ele ser esquerdista, financiado por mafiosos, ter fraudado documentos, bajular Lula-Chávez-Castro, patrocinar políticos safados no Quênia, usar ghost writer se gabando de ser escritor e aquelas famosas olhadas para o nada como se estivesse vendo um portão se abrindo para o mundo de Nárnia no horizonte. Nada disso me aborrece. O problema de Obama não é exatamente ‘o problema de Obama’. Me explico: O problema é a imprensa.
Nesse ponto tenho de concordar com o Apedeuta da Silva. Que imprensa sem-vergonha é essa? Que imprensa é essa que não desce o braço em político? Francamente! Obama é uma anta. É só o jornalismo fazer a sua parte e as asneiras ‘obâmicas’ – que não são poucas – ficam logo evidentes. A vacuidade de pensamento, a ideologia retrógrada, as medidas ‘pano-quente’ e o piloto automático em relação a várias medidas do governo anterior são as marcas desse primeiro mandato de Obama. Lembra de Lula no primeiro mandato? Pois é a mesmíssima coisa.
Essa imprensa lembra aqueles malandros do conto clássico de Hans Christian Andersen – ‘As roupas novas do imperador’. O problema é que lá – e também aqui – é feio dizer que o ‘rei está nu’. No caso de Obama, talvez ele não esteja nu. Está simplemente mal vestido. E a imprensa se nega a dizer isso. Sabe lá Marx o porquê.
Mas o fato é: Obama está mal vestido; não sabe dançar, não joga futebol e...bem, acho que ele não é mesmo um afronegão típico. Hehehehe!

Enrique Ortez é o cara!

O sujeito pode até estar errado, mas, todo politicamente incorreto angaria minha simpatia estando certo ou não. E o fato é que Ortez está certíssimo. Um afro-descendente pode chamar outro afro-descendente de ‘neguinho’ ou ‘negrinho’ numa boa. Mas quando Ortez diz ‘aquele negrinho não sabe de nada’ referindo-se a Obama, o cara é criticado.
Dar uma sacaneada em ‘Zapatero e seus sapatos’ é de uma obviedade tão clara que chega a ser idiota ler no artigo que o sujeito usou falta de diplomacia. Pô, Lula e Amorim alopram em diplomacia e ninguém fala nada. Ortez faz uma piadinha dessas com Zapatero (que tinha mais de ficar com seus sapatos mesmo) e é automaticamente alvo de críticas.
Sobre El Salvador o cara não podia ter sido mais feliz: ‘Não quero falar de um país tão pequeno que nem se pode jogar futebol porque a bola sai’. É uma máxima irretocável!
É claro que o problema é má vontade da imprensa com a ‘regência da lei’. Por sinal, esse é o verdadeiro problema político desse triste início do século XXI. Não é exatamente uma guerra entre esquerda e direita. Mas uma guerra entre os pró ‘regência da lei’ e os contra.
Manda ver, Ortez!

Padawan strikes back!

Eu não gosto muito de conversar sobre política. Principalmente política americana. É por isso que falo mais da Bíblia. Livro que conheço relativamente bem. Nem de religião tenho gostado mais de conversar. Afinal, não conheço muito o assunto. Não que eu seja adepto da máxima tola ‘não discuto política, religião e futebol’. Discute-se tudo, mermão! O problema é você não ter o mínimo de conhecimento sobre o assunto para poder dar pitaco. E o meu problema é justamente esse: não ter o conhecimento necessário sobre o assunto para poder dar pitaco. É até um dos motivos de eu não estar mais escrevendo com tanta freqüência no blog. Além de ser muito mais fácil e rápido escrever no Facebook e no Twitter, o ‘simancol’ tá me corroendo as entranhas novamente. Sinto que tenho de estudar um pouco mais de tudo para dar um bom pitaco sobre certos assuntos que têm gerado debates recentemente: Honduras, Palin, G8, King Jong Il, Enrique Ortez etc.
Mas acabo voltando a escrever por aqui pela mesma razão que me motivou a ter um blog anos atrás: Muita gente escreve suas bobagens sem ter aquele ‘mínimo de conhecimento’ de que falo acima. Logo, concluo: Se tem um bando de gente dando pitaco sobre isso e aquilo, why not? E aí acabo voltando a esse espaço e escrevendo minhas bobagens de sempre.

"Os caras".


Monday, July 06, 2009

Drummond revisitado.

João seguia Teresa que seguia Raimundo
que seguia Maria que seguia Joaquim que seguia Lili
que não seguia ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado no Twitter.

Twitter.

Esse modo "twitter" de se expressar é uma verdadeira cachaça!

http://twitter.com/Blogildo

Saturday, July 04, 2009

Baixo calão.

Acho que não existe palavrão pior que motherfucker. Receio que não exista equivalente em língua portuguesa. Xingar a mãe é horrível. Mas ser chamado de Édipo é pior ainda.

Founding Fathers.

Tudo bem! Quinze anos de real etc. e tal mas, cá pra nós, boa parte da tal “revolução silenciosa” se deve as medidas tomadas pela equipe econômica do Collor. Foram desastrados? Foram! Mas a modernização começou ali.

Friday, July 03, 2009

Here comes the sun. Nina Simone

Essa versão é a melhor!

The look of love.

Te cuida, Obama!

Enfim, reação republicana!

Fé na ciência.

A fé na ciência ( se é que posso usar essa expressão aqui ) é a uma característica predominante na sociedade moderna. Quando digo ‘sociedade moderna’ me refiro, claro, ao Ocidente e de todos os nascidos entre a gravação de “I wanna hold you hand” dos Beatles e o “Yes! We can” do Barak.
É claro que esse caso não chega a retratar a fé na ciência que predomina na sociedade. Mas me lembra uma boa máxima: Quem se abaixa muito ( para a tecnologia, por exemplo ) acaba deixando aparecer o traseiro.